Fibromialgia tem voz
Direitos, conscientização e amparo institucional para quem vive dores invisíveis e não é levada a sério.
Pré-candidata a Deputada Estadual — Minas Gerais. Mulher, mãe, líder social e portadora de fibromialgia — acolhimento que cuida e gestão que transforma.

Nascida no Rio de Janeiro e radicada em Minas Gerais desde a adolescência, Sarita Salles é esposa há 25 anos, mãe de três filhos adolescentes e presidente da ONG Rosa de Sarom há 12 anos. Formada em Gestão Pública, com estudos em teologia e estética e experiência como assessora na Câmara de BH, ela une acolhimento social, conhecimento institucional e a vivência real com a fibromialgia para defender mais saúde, proteção às mulheres e inclusão.
As grandes transformações não começam nos gabinetes: começam na roda de conversa da igreja, na fila do posto de saúde e na casa de quem cria os filhos sozinha.
Há 12 anos, à frente da ONG Rosa de Sarom, Sarita transformou acolhimento em método: mulheres capacitadas, crianças atendidas e famílias inteiras recolocadas de pé.
Convivendo com a fibromialgia, ela aprendeu na pele o que é ter a dor negada — e decidiu levar as causas invisibilizadas até o parlamento mineiro.
“Eu existo na política para transformar.”
12
anos à frente da ONG Rosa de Sarom
250+
mulheres capacitadas
250
crianças atendidas por ano
03
bandeiras prioritárias
ONG, igreja, gestão pública e a vivência com a fibromialgia: uma trajetória que une acolhimento real e capacidade de transformar.
01
12 anos de ONG, capacitação de mulheres e atendimento a centenas de crianças por ano.
02
Portadora de fibromialgia: quem sente na pele sabe onde o sistema falha.
03
Formação em Gestão Pública e experiência como assessora na Câmara de BH.
04
Igrejas, ONGs, bairros e lideranças comunitárias em rede por Minas Gerais.
Não são bandeiras genéricas. São compromissos que eu assino embaixo — um por um.
Direitos, conscientização e amparo institucional para quem vive dores invisíveis e não é levada a sério.
Combate à violência, capacitação e renda para mães solo e mulheres em situação de vulnerabilidade.
Fortalecimento das redes de cuidado: ONGs, comunidades de fé e lideranças que sustentam quem mais precisa.
Acesso ao diagnóstico, ao tratamento e à informação — saúde coletiva funcionando de verdade em Minas.
Saúde preventiva, inclusão social e fortalecimento comunitário pelo movimento e pela atividade física.
Mulheres, mães solo, pacientes com dores invisíveis, comunidades de fé e lideranças de todo o Minas Gerais.
Mulheres 18–60
mães solo e mulheres em busca de autonomia e proteção.
Pacientes crônicos
quem convive com fibromialgia e dores invisíveis.
Comunidades de fé
igrejas e redes que acolhem e sustentam famílias.
Rede da ONG
famílias, crianças e voluntários da Rosa de Sarom.
Esporte e saúde
academias, centros esportivos e práticas preventivas.
Minas Gerais
bairros, lideranças locais e territórios do interior.
Propósito
Transformar dor real, vulnerabilidade e escuta social em direitos, políticas públicas e oportunidades concretas.
Missão
Defender quem vive dores invisíveis, dar autonomia e proteção às mulheres e levar saúde, esporte e inclusão a todo o Minas Gerais.
Visão
Ser a voz da transformação pelo acolhimento: uma mulher que conhece a dor invisível, a vulnerabilidade social e o caminho institucional para mudar realidades.
Promessa
A força do acolhimento, o compromisso com a transformação. Menos discurso vazio, mais escuta, presença e legado comprovado.
“A força do acolhimento, o compromisso com a transformação.”
“Dor invisível também precisa de política pública.”
“Acolher também é transformar vidas.”
anos transformando cuidado em ação na ONG Rosa de Sarom
mulheres capacitadas para conquistar autonomia
crianças atendidas todos os anos
@sat.salles
Quem é Sarita Salles: mulher, mãe, cristã e liderança social
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● Demonstração — mudar@sat.salles
Fibromialgia tem voz: dor invisível também precisa de política pública
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● Demonstração — mudar@sat.salles
Da escuta à política pública: 12 anos de ONG Rosa de Sarom
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A Sarita não acolhe só com palavra. Ela capacita, encaminha e acompanha. Foi assim que eu consegui minha renda.
Mãe atendida
ONG Rosa de Sarom
São 12 anos de trabalho social comprovado. Quem conhece a história dela sabe que é legado, não discurso.
Liderança comunitária
Minas Gerais
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